História

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Ata de fundação da SBU sobre registros do 3º, 4º, 5º e 6º Congressos Brasileiros de Urologia

 


 

No dia 3 de maio de 1926 aconteceu a primeira reunião de urologistas e cirurgiões brasileiros para fundação da Sociedade Brasileira de Urologia. Compareceram muitos especialistas que elegeram, por aclamação, Dr. Agenor Estellita Lins para presidir os trabalhos e a Sociedade.

A fundação da entidade ocorreu alguns dias depois, em 13 de maio. Desde então, passaram-se mais de 80 anos de muita história, evolução e descobertas tecnológicas no setor. Já se foram também dezenas de Congressos Brasileiros de Urologia, que começaram reunindo poucos profissionais e hoje aglomera cerca de 4 mil pessoas.

A história da Urologia possui capítulos importantes como a presença do ex-presidente Getúlio Vargas e do médico e prefeito do Rio de Janeiro Pedro Ernesto no 1º Congresso, em 1935. Já em 1947 foi Juscelino Kubitschek, então prefeito de Belo Horizonte, que recebeu os congressistas na cidade. Em 2006, a diretoria da SBU decidiu homenagear JK, que foi urologista, dando a ele o título de patrono da entidade.

 

 


Juscelino Kubitschek


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O médico urologista e ex-presidente do Brasil, Juscelino Kubitschek, é patrono da Sociedade Brasileira de Urologia.

A história deste importante personagem do cenário nacional e na urologia está relatada no livro escrito pelo urologista Hélio Begliomini, intitulado “Juscelino kubitschek de Oliveira: patrono da Sociedade Brasileira de Urologia”.

down123-2  Clique aqui para fazer o download do livro completo.

Para conhecer um pouco do “JK médico”, veja algumas de suas frases célebres:

“Não há pra mim título que mais me orgulhe do que o de médico.
Nenhuma profissão é mais nobre, mais séria, mais insubstituível que a nossa”.

“Quanto mais me dedicava à medicina, mais ela me apaixonava.
O material com que se trabalha é a existência humana.
E os inimigos a combater são o sofrimento e a morte”.

“Médico sou, e título nenhum reputo, mais belo, mais dignificante.
Invita-se neste sacerdócio impelido pelo sacerdócio”.


A história da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) pode ser dividida em duas “eras”,  demarcadas por um dos fatos mais importantes de nossa evolução: a eleição com voto direto. Assim, relembraremos os primórdios da Sociedade, mas o enfoque principal será atribuído às transformações ocorridas especialmente a partir do fim da década de 90.
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Este percurso possibilitará identificarmos as vocações primordiais dessa entidade e sua importância associativa, que por vezes estiveram encobertas em nossa história.

Era pré-eleição direta

A Sociedade Brasileira de Urologia foi fundada em 1926 a partir dos esforços de Agenor Estellita Lins, que a priori reuniu cirurgiões gerais interessados em assuntos do aparelho urinário. Conforme as sessões da SBU decorreram em seu primeiro ano de existência, além de questões estatutárias, alguns temas da especialidade passaram a ser abordados e novos membros compareceram, reunindo os principais médicos do Rio de Janeiro da década de 20.

Em 1927, foram criadas comissões de Cirurgia do Homem, Cirurgia da Mulher, Medicina, Venereologia, Biochímica, Physiotherapia e Radiologia. No mesmo ano, o estatuto da entidade foi aprovado, no qual já constava a promoção do Congresso Brasileiro de Urologia bienalmente. O incentivo à pesquisa também compôs a finalidade da SBU, descrita em nosso estatuto, além de definições sobre sócios e diretoria. Em 1933, o documento foi reformado e, pela primeira vez, registrado em cartório.

Em 1935 foi realizado o primeiro Congresso, com a presença de pessoas importantes, como o então presidente Getulio Vargas e o prefeito do Rio de Janeiro (e médico), Pedro Ernesto. Em 1947, o evento foi realizado em Belo Horizonte, tendo como anfitrião o urologista e prefeito da cidade, Juscelino Kubitschek (posteriormente, consagrado como patrono da SBU).

Inúmeros avanços decorreram desde então, consolidando a Sociedade e seus congressos, expandindo e trazendo densidade às apresentações e cursos promovidos. Com isso, a partir de 1977, na gestão de Sérgio d’Ávila Aguinaga, a SBU passou a definir as normas para obtenção do título de especialista em urologia, por meio da Comissão de Seleção e Título de Especialista, e efetuou a compra de nova sede. A evolução da Educação Continuada promovida pela SBU era explícita a cada novo congresso.

Assim, na XXII do evento, ocorrido no Rio de Janeiro em 1989, houve a presença de inúmeros conferencistas estrangeiros, 666 temas livres e 77 vídeos e pôsteres. Entretanto, apesar do evidente crescimento, a SBU permanecia, em geral, sendo comandada pelos Serviços Universitários, que acabavam restringindo as ações da Sociedade apenas à Educação Continuada. Desde sua instituição, as eleições eram realizadas por meio de delegados representantes de cada Estado, o que dificultava ares mais democráticos não apenas na escolha de seus dirigentes, mas principalmente nas ações propostas.

Inúmeros urologistas de todo o Brasil passaram a movimentar a classe em busca do voto direto. A seccional de São Paulo realizou importantes ações nesse sentido, tendo como grande articulador o Professor Eric Roger Wroclawski. A cada eleição, um grupo de urologistas defensores da democratização (cada vez maior e mais forte) pressionava as diretorias. Impulsionados pelo cenário político nacional, vivíamos o momento Ulysses Guimarães dentro da própria SBU, culminando na transformação efetivada na gestão de Ronaldo Damião. Assim, na gestão de 1998 a 1999 – além da criação da Uro-rom e do projeto Mutirão da Próstata, da compra da nova sede e da publicação do livro História da Sociedade Brasileira de Urologia, de Sérgio d’Ávila Aguinaga – deu-se início ao processo de descentralização da SBU e de fortalecimento das seccionais, adotando medidas de democratização com modificações estatutárias e instituição da eleição direta à Presidência da SBU. Estava inaugurada uma nova Era!

Novos climas…SBU expandindo-se para o mundo

Como nossa diretoria sempre é escolhida com dois anos de antecedência, após a mudança do estatuto ainda tivemos duas gestões eleitas por delegados. Mesmo assim, já havia um novo clima em nossa Sociedade. Entre 2000 e 2001 a SBU esteve sob o comando de Salvador Vilar Correia Lima. Na área de Educação Continuada, destacou-se o projeto Mão na Massa e o Fim de Semana Urológico, que levou informação até os pontos mais distantes do País, com importante participação de Eliseu Denadai (idealizador e coordenador do projeto). Outras produções dessa gestão foram: o Manual de Normatização (elaborado pelo vice-presidente, Miguel Srougi), os Projetos Imagens e Estágios, a revista Urologia em Foco,o CD DST¸ o Boletim da Urologia e o Doctor’s Guide em português. A aproximação da SBU com o Ministério da Saúde e o da Educação foi buscada insistentemente por esta diretoria, conquistando e mantendo reuniões com membros do Governo. O XXVIII Congresso, realizado em Fortaleza, foi considerado o maior e o melhor realizado até então, reunindo mais de 3 mil inscritos. No evento, pela primeira vez na história da SBU, ocorreu a eleição por voto direto, elegendo a chapa encabeçada por Walter Koff para o biênio 2004-2005.

Em 2002, Eric Roger Wroclawski assume a SBU. As discussões em âmbito político foram ampliadas junto ao Governo Federal. Além disso, dois fatos marcantes foram registrados: a amplia- ção dos programas de residência e a indexação do International Braz J Urol (IBJU), por meio dos esforços de Francisco Sampaio (editor-chefe da revista). Nesta gestão, o IBJU passou a ser bilíngue, permitindo sua inserção no cenário internacional. No mesmo ano, a revista foi indexada, tornando-se disponível na página da SciELO e alcançando qualis A na CAPES! Neste período, a versão online já recebia mais de 11 mil acessos por mês, de 96 paí- ses diferentes, o que colocou o IBJU entre as cinco revistas de urologia mais divulgadas do mundo! A qualidade das publicações permaneceu na gestão seguinte, fazendo com que em 2004 entrasse também na indexação do PubMed. O IBJU (antigo Jornal Brasileiro de Urologia – JBU) foi fundado em 1975 como órgão oficial de divulgação científica da SBU, com periodicidade bimestral, porém no fim dos anos 90 ganhou mais força. Atualmente, os artigos publicados na revista também são indexados ou resumidos por vários institutos internacionais. A indexação reflete o peso de seu conteúdo e leva o nome da SBU para todo o mundo! Um modelo inédito e marcante de Educa- ção continuada que se iniciou nessa gestão (Eric Wroclawski) e se manteve por mais duas gestões seguintes (Walter Koff e Sidney Glina), foi o PTU-programa de Tele-Urologia, coordenados pelos Drs. Aguinaldo Nardi e Stênio de Cássio Zequi, o qual era composto de eventos trimestrais realizados numa capital e retransmitidos em tempo real, por TV a cabo para mais de 70 cidades brasileiras. Reunia centenas de associados de forma interativa. Essa fórmula de educação continuada foi apresentada na sessão de vídeos no 100O. Congresso da SIU (Societé Internationale D’Urologie), em 2007 em Paris. Ainda em 2003, a Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM) aprovou de forma unânime a ampliação dos programas de residência médica em urologia, que, a partir de 2005, passaram obrigatoriamente a 3 anos de duração, atendendo às solicitações da Comissão de Ensino e Treinamento (CET). Outra inovação promovida pelo professor Eric e equipe foi a criação da sigla TiSBU (Titular da Sociedade Brasileira de Urologia) e, após intensa discussão junto à Associação Médica Brasileira (AMB), a determinação de que a urologia não apresentava área de atuação, o que ainda repercute positivamente em nosso dia a dia. Foi criada também a Escola Superior de Urologia.

Era pós-eleição direta

Educação continuada fortalece nosso caráter associativo

A primeira diretoria eleita democraticamente foi presidida por Walter José Koff (2004-2005). Nessa gestão, juntamente com a Associação Médica Brasileira (AMB) e o Conselho Federal de Medicina (CFM), a SBU participou do Projeto Diretrizes, produzindo 9 diretrizes, posteriormente desmembradas em 40. Outras ações foram: o reforço de áreas relacionadas a outras especialidades (como incontinência urinária, DST – doenças sexualmente transmissíveis, reposição hormonal, etc), organizando cursos, tutoriais e palestras por meio do SBU Itinerante; a criação do Dia Nacional de Combate ao Câncer de Próstata (17/11); a publicação do livro Juscelino Kubitschek de Oliveira – Patrono da SBU. A força política da nossa entidade mais uma vez foi demonstrada nesta gestão, que sensibilizou o Governo Federal para que o Ministério da Saúde, em parceria com a SBU, lançasse o Projeto Saúde do Homem. Em 2005, o Congresso Brasileiro registrou 3.915 inscrições, cursos com salas lotadas e participantes de vários países.
O biênio seguinte foi presidido por Sidney Glina (2006-2007), que manteve os projetos direcionados aos associados e ao mesmo tempo fortaleceu a visão para a comunidade, realizando trabalhos sociais importantíssimos. Em 2006, a menina dos olhos da SBU foi o programa TiSBU 100%, um programa de atualização a distância, via internet, com objetivo de preparar os urologistas para a obtenção do Título de Especialista. Durante 2007, o projeto alcançou, em média, mais de 2 mil acessos por mês, evidenciando o sucesso de programa, que foi mantido na gestão seguinte. Outros projetos foram o PV – Professor Visitante e o UroNet (reuniões clínicas dos serviços credenciados, que também recebeu continuidade e a Rádio SBU.

O II e o III Fóruns de Políticas Públicas em Saúde do Homem debateram junto a membros do governo as ações necessárias para melhoria do SUS no atendimento masculino, voltando os olhos da sociedade para a população em geral. Nesse sentido, a Campanha Nacional de Combate ao Câncer de Próstata foi feita em mais de 20 estádios de futebol durante o Campeonato Brasileiro (1ª e 2ª divisão). Em 2007, a I Corrida de Combate ao Câncer de Próstata foi realizada no Rio de Janeiro e arrecadou mais de uma tonelada de alimentos para doação. A Campanha Nacional de Esclarecimento sobre Incontinência Urinária promoveu ações em shoppings de todas as capitais levando informação à população. O I Estudo Epidemiológico sobre Câncer de Pênis no Brasil apontou dados alarmantes, resultando na campanha com o slogan Água e Sabão: esta é a estratégia vencedora no jogo contra o câncer de pênis. Em 2007, o Maranhão, estado com maior incidência da doença, recebeu 30 urologistas voluntários para o mutirão de postectomias, que atendeu mais de 200 pessoas. O ônibus/motor home (foto abaixo) caracterizado como bumba-meu-boi percorreu mais de 20 cidades no interior do Maranhão atendendo em média 800 pessoas por dia durante 20 dias de jornada.

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Também houve divulgação por meio de rádio, folhetos, gibis e cartazes. Além do material informativo, os homens recebiam um sabonete para higiene. Os agentes de saúde tornaram-se multiplicadores do processo. Sidney Glina iniciou a reforma da tabela do SUS, que infelizmente se estende aos dias atuais. Ainda nessa gestão, importantes livros foram publicados, como o Manual de Orientações Éticas para Urologistas, o Manual de Urodinâmica, o Atlas de Uro-oncologia (com a colaboração da Escola Superior de Urologia) e o Atlas de Anatomia Renal para Urologistas (editado por Francisco Sampaio).

A gestão de José Carlos de Almeida (2008-2009) foi baseada em seis frentes: educação continuada, defesa profissional, responsabilidade social, internacionalização da SBU, ações administrativas e articulação política. Entre as conquistas, marcou essa gestão a continuidade da reforma para reajuste da tabela do SUS, obtendo mudanças expressivas em alguns procedimentos, como cirurgia esterilizadora, orquiectomia e postectomia. Por meio dos IV e V Fóruns de Políticas Públicas em Saúde do Homem, a SBU conquistou o lançamento da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem, do Ministério da Saúde. Também nesta gestão, ocorreu a aproximação da SBU com a American Urology Association (AUA), com a parceria de fellowship e autorização para a prova especial de TiSBU para os formados há mais de 15 anos. Na área de educação continuada, as ações principais foram: Cursos Itinerantes; Programas TiSBU 100% e TiSBU 100% Especial; PTU Online (programa de teleurologia via internet); Uro-rom Online; publicações enviadas aos associados (Guia de Orientações Gerais sobre Endourologia, Diretriz de DAEM e HPB, Atlas de Uropediatria, etc); Fórum dos residentes e ampliação do número de bolsas de aperfeiçoamento. Ainda fizeram parte desta gestão o estímulo aos polos associativos e a ampliação do nú- mero de bolsas de aperfeiçoamento. Promoveu ações junto à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), ANS (Agência Nacional de Saúde) e CFM (Conselho Federal de Medicina). O 32º Congresso Brasileiro de Urologia, realizado em Goiânia, foi marcado por uma organização impecável e alto nível científico, reunindo mais de 4 mil participantes. Na área de responsabilidade social, os anos de 2008 e 2009 foram marcados por campanhas sobre incontinência urinária, saúde do homem, disfunção erétil, câncer de próstata e câncer de pênis.

O Estudo Nacional de Câncer de Rim, iniciado em 2007, foi finalizado e divulgado em 2009, ano em que também teve continuidade o projeto sobre Câncer de Pênis e a Pesquisa Datafolha sobre como o homem brasileiro encara o câncer de próstata e seus exames. Ainda nessa gestão, a SBU lançou o Cidadão Saudável, uma série de 10 programas de entrevistas exibidos na TV Senado. Resultados epidemiológicos, tanto do Estudo Nacional sobre Câncer de Pênis, como do Estudo Nacional de Câncer Renal (Encare) do Perfil Epidemiológico sobre Câncer de Próstata (este, da seccional São Paulo), foram publicados na forma de artigos científicos no IBJU. Além de servirem de referências, permitiram a qualquer associado participar das pesquisas de modo voluntário.

A gestão seguinte (2010-2011) foi assumida por Modesto Jacobino. Em 2012, descobrimos que a SBU apresentava uma dívida equivalente ao total da anuidade paga pelos associados e medidas administrativas básicas, como fluxo de caixa, previsão orçamentária e fluxo de pagamentos não estavam presentes. Assim, adotamos algumas ações urgentes, como a contratação de auditoria da KPMG e de novos administradores. Paralelamente, buscamos apoio da indústria farmacêutica para efetivar nossos projetos, como a modernização do nosso portal na internet e o lançamento do Treinando em Casa e do PEC-EAD 2012, um programa ambicioso de educação continuada via internet, que possui 11 cursos divididos por temas, cada um com 10 aulas (ou seja, 110 aulas), associadas a debate e avaliação. A pontuação dos médicos nas avaliações será creditada na Comissão Nacional de Acreditação (CNA). Colaborando com a formação do urologista, apoiamos efetivamente a Comissão de Ensino e Treinamento (CET) e a Comissão de Seleção de Título de Especialista (CSTE) em projetos modernos e de alta tecnologia, como o Procet, um sistema online que transformará completamente a relação dos residentes com a SBU. E para melhorar e ampliar a publicação de artigos e trabalhos, estruturamos a RE.CET, revista exclusiva dos residentes e Serviços, promovendo o aprimoramento da ciência do Brasil. Também trabalhamos com o objetivo de ampliar nossas relações internacionais com outros países e sociedades médicas, realizando, pela primeira vez, o Highligths AUA 2012, em cooperação com a AUA e estamos entregando a todos os urologistas brasileiros o Guidelines EAU) European Association of Urology) traduzido em português. As campanhas de esclarecimento sobre disfunção erétil e saúde do homem foram lançadas simultaneamente em todas as capitais em cooperação entre as seccionais, interagindo e mostrando união entre as seccionais. Em um grande esforço coordenado pela Escola Superior de Urologia realizamos Recomendações 2012 entre todos os departamentos, totalizando 11 Recomendações distribuídas para todos. Ainda na esfera da Educação continuada, teremos 48 aulas presenciais distribuídas pelo país. Assim, compreendemos que, além de reerguer financeiramente a SBU, necessitamos ajustá-la às demandas atuais. Por isso, nesses nove meses de mandato, reformulamos todo o seu organograma e montamos a Comissão de Reforma do Estatuto e Regimento Interno, com o objetivo de alterar nosso Estatuto criando mecanismos que controlem as ações da diretoria de maneira mais transparente. Também priorizamos nesse início de gestão a reabertura do Escritório de Brasília, que foi tão importante nas negociações políticas junto ao Governo Federal, mas havia sido fechado no biênio anterior.

A SBU hoje organiza um dos três maiores congressos do mundo da especialidade. Temos representatividade na AMB, CFM e Ministério da Saúde, com ações efetivas. A propagação do conhecimento urológico e o treinamento prático dos especialistas, bem como o apoio econômico, ético, jurídico ou político de nossos associados constituem nosso objetivo fundamental, mas a SBU vai muito além. Somos um grupo forte, capaz de construir uma entidade representativa, ativa e responsável, que defenda e honre os urologistas brasileiros. Consideramos nosso dever oferecer apoio ao associado e atualização do conhecimento (principalmente àqueles que estão mais distantes dos grandes centros), o que consequentemente influenciará no atendimento aos nossos pacientes. Parafraseando nosso patrono, JK, nosso material de trabalho é a própria existência humana e nossos inimigos a combater são o sofrimento e a morte. A SBU somos todos nós: vamos trabalhar e voltar a contribuir para a construção de um país mais justo e feliz.


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